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Somos uma sociedade jurídica que presta assessoria tributária e empresarial para empresas de
pequeno, médio e grande porte de todo o país.
Desde 1985 nosso fundador, Francisco Carlos Gaiga, dignifica a classe advocatícia
mediante atuação íntegra e meritória.
Nossos três escritórios, localizados no Rio Grande do Sul, Rio de
Janeiro e São Paulo, comprovam o êxito constante que nos acompanha, fruto da excelência ímpar
na prestação de nossos serviços.
Nosso objetivo é colaborar para a ascensão profissional de nossos clientes.
As concessionárias de energia elétrica em todo Brasil somam as despesas de transmissão e
distribuição juntamente com o consumo do cliente, adicionando, ainda, outros encargos repassados
a
terceiros. Esta prática infla a base de cálculo do imposto, que deveria incidir apenas sobre a
demanda de energia.
O ICMS não pode incidir sobre os encargos dos sistemas de transmissão e distribuição, assim como
sobre os chamados encargos setoriais, cuja finalidade é custear a ANEEL e outras organizações
vinculadas ao sistema.
O STJ consolidou o entendimento de que deve ser retirado da base de cálculo nas contas de
energia
elétrica as tarifas de transmissão (TUST) e de distribuição (TUSD), bem como os encargos
setoriais.
O fim da cobrança do ICMS sobre as tarifas apresentadas representa uma economia de até 10% (dez
por
cento) no valor da conta de energia elétrica, sendo passível de restituição os últimos 5 (cinco)
anos, com possibilidade, ainda, de imediata suspensão da cobrança.
Pioneira na negociação de dívidas de ICMS no Estado do Rio Grande do Sul, a Gaiga Advocacia foi responsável pelos principais acordos junto à Procuradoria-Geral do Estado envolvendo penhora de faturamento e adjudicação de precatórios.
A Penhora de Faturamento, em relação à dívida ativa do Estado do Rio Grande do Sul, está prevista na Portaria PGE 434/2019, que disciplina a forma e os requisitos para concessão deste tipo de parcelamento. Hoje, diversas limitações dificultam o enquadramento, assim como o conservadorismo do Estado na negociação de sua dívida ativa. Ao mesmo tempo que busca formas alternativas de receber o crédito tributário, o Estado, através da Procuradoria-Geral, procura evitar a concessão indiscriminada de benefícios e facilidades, não só pela responsabilidade no tratamento dos recursos públicos, mas também em razão de critérios de igualdade, já que a flexibilização no recebimento de uma dívida fiscal pode ensejar uma desigual concorrência em determinado mercado. Assim, os rigorosos critérios e ava liações da Procuradoria-Geral do Estado demandam um trabalho técnico específico.
A Gaiga Advocacia intermediou diversos acordos, tendo participado da negociação de mais de R$ 500 milhões em dívidas tributárias de ICMS. Os acordos são tratados no âmbito do Grupo Gestor do Crédito Tributário, colegiado especializado vinculado à Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul.
O foco da revisão tributária é a avaliação dos procedimentos fiscais (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS,
IPI,
INSS, FGTS, IOF, ICMS e ISS) adotados pela empresa (optante pelo lucro real) nos últimos cinco
anos,
com objetivo de encontrar oportunidades de recuperação de créditos tributários. O trabalho
envolve a
revisão das bases de cálculo utilizadas, podendo gerar redução da carga tributária futura.
Este serviço é realizado administrativamente, de acordo com a legislação, e sem a necessidade de
procedimentos jurídicos, muito embora contingências judiciais consolidadas e não aproveitadas
pela
empresa podem ser encontradas e indicadas.
Após a realização do trabalho, a Gaiga Advocacia emite um relatório das oportunidades
encontradas,
as quantifica e assessora na compensação.
Os créditos presumidos são incentivos fiscais concedidos pela União e pelos Estados para
fomentar
determinados setores ou operações, consistindo em créditos que não resultam da entrada de
mercadorias diretamente, mas possuem base de cálculo própria, dependendo do caso.
A Receita Federal, entendendo que, ao resultar na diminuição de custos e despesas, os créditos
presumidos aumentam indiretamente o lucro tributável do contribuinte, devendo compor a base de
cálculo dos tributos incidentes sobre este.
Todavia, os créditos presumidos não podem integrar a base de cálculo do IRPJ, CSLL, PIS e
COFINS,
principalmente nos casos de créditos presumidos de ICMS, pela flagrante afronta ao pacto
federativo.
Nós assessoramos e implementamos soluções diferenciadas e customizadas.
O contribuinte tem direito ao aproveitamento de créditos acumulados de ICMS em determinadas
operações, em razão do próprio regime da não cumulatividade do imposto. Em tese, o fisco não
pode
vedar a utilização e/ou transferência dos saldos credores decorrentes da manutenção autorizada
de
créditos fiscais. Todavia, o Estado do Rio Grande do Sul cria empecilhos e vedações para o
regular
aproveitamento dos créditos, resultando num evidente aumento da carga tributária, uma vez que o
contribuinte acaba suportando sozinho o ônus do imposto.
A possibilidade de utilização e transferência de créditos de ICMS acumulados depende da análise
da
natureza do saldo credor.
Com o devido conhecimento da legislação, das normas administrativas e das práticas reiteradas da
administração tributária estadual, é possível também transferir o saldo credor acumulado de ICMS
a
outros contribuintes inclusive administrativamente, em procedimento autorizado pela Fazenda
Estadual. A Gaiga Advocacia patrocina a defesa de contribuintes, presta consultoria e implementa
soluções que visam sustentar com segurança este planejamento.
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